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terça-feira, 10 de abril de 2018

Watchman Nee - O pregador do Avivamento Chinês.


Ele era o pregador do Avivamento Chinês. Itinerante, pregava por toda região, e o costume dos irmãos era de anotar tudo que ouviam nas reuniões e depois juntavam tudo, numa compilação e se tinha um livro. Mas houve quatro livros escritos de próprio punho, "O homem espiritual 1,2 e 3" e o "Poder Latente da Alma". 





quarta-feira, 28 de março de 2018

terça-feira, 27 de março de 2018

OFRA HAZA - UMA DAS CANTORAS MAIS FAMOSAS DE ISRAEL


MORDECHAI BEN DAVID - UM DOS CANTORES MAIS FAMOSOS DE ISRAEL.


"A ESTRELA OCULTA DO SERTÃO" - DOCUMENTÁRIO SOBRE A JUDAICIDADE BRASILEIRA NO NORDESTE.



A Estrela Oculta do Sertão, Documentário sobre a Vida de Comunidades de Origem Judaica no Sertão Nordestino, Estréia em Maio, no Clube Hebraica

Realidade de famílias que mantêm costumes e tradições do judaísmo no semi-árido é retratada no documentário A Estrela Oculta do Sertão, que estréia 1º de maio na Hebraica, com entrada gratuita


O sertão nordestino, como pano de fundo de uma viagem às raízes do Brasil, onde costumes e tradições apontam uma origem judaica que se confronta com o judaísmo oficial, é o tema central do documentário A Estrela Oculta do Sertão, que estréia no dia 1o. de Maio, no Clube Hebraica, com entrada gratuita. Realizado pela fotógrafa Elaine Eiger e pela jornalista LuizeValente , com consultoria dos historiadores da USP, Anita Novinsky e Paulo Valadares, e do antropólogo Nathan Wachtel, do Collège de France, a obra mostra a vida de famílias e comunidades que, apesar de oficialmente seguirem outras religiões, em especial a católica, mantêm costumes notadamente judaicos, que acabam por denunciar sua verdadeira origem: são descendentes dos chamados cristãos novos, judeus forçados a se converterem ao cristianismo durante o período da inquisição em Portugal, graças a um decreto do rei D. Manuel, estabelecido em 1497. Com a colonização portuguesa, muitos cristãos novos acabaram desembarcando no Brasil.



"A idéia do documentário surgiu há cinco anos quando lemos uma matéria de jornal sobre uma pequena vila, com menos de 800 habitantes, no extremo oeste do Rio Grande do Norte, chamada Venha Ver. Segundo a reportagem, um rabino americano havia constatado que a população local, apesar de totalmente católica, possuía hábitos nada cristãos, principalmente os relacionados aos costumes da morte. Eram rituais semelhantes aos praticados no judaísmo, muitos deles tão antigos que não são tão usuais hoje em dia. A partir daí, começamos uma longa jornada que nos levou aos colonizadores do Brasil", afirmam as diretoras, que em 2002 lançaram Caminhos da Memória – A Trajetória dos Judeus em Portugal, outro documentário exibido no Brasil e no exterior, realizado com base em pesquisa feita pela dupla sobre as raízes judaicas do Brasil.



Com 85 minutos, o documentário se divide em duas partes: a primeira mostra diversos personagens como especialistas em cultura judaica, famílias que voltaram a praticar o judaísmo e famílias católicas com costumes judaicos, em diversas cidades principalmente da Paraíba e do Rio Grande do Norte. É o caso de Dona Cabocla, nascida e criada num vilarejo de 800 habitantes no sertão do Rio Grande do Norte, beata e devota de 26 santos, que mantém hábitos como orar para a lua nova e sepultar os mortos com mortalha e sem caixão. Esta primeira parte ainda mostra elementos da cultura brasileira que podem ser apontados como de origem judaica. A segunda parte acompanha o médico paraibano Luciano Oliveira - judeu de origem cristã nova, mas não reconhecido como tal - em sua viagem a São Paulo, onde encontra a comunidade judaica oficial e confronta os rabinos ortodoxos. A partir daí, são levantadas questões ligadas a preconceito, tolerância, fé e reconhecimento.



A Estrela Oculta do Sertão volta a ser exibido em agosto, durante o Festival de Cinema Judaico em São Paulo. A seguir, será mostrado em Porto Alegre e Nova York. Além do lançamento, haverá coquetel e bate-papo, após a exibição do filme, com dois personagens mostrados no documentário: o jovem médico Luciano Oliveira e o policial Odmar Braga, poeta pernambucano, negro, também de origem cristã nova, que seguem o judaísmo. Com mediação de José Luiz Goldfarb, diretor de Cultura da Hebraica, o bate-papo contará com a presença dos historiadores/consultores do documentário Anita Novinsky e Paulo Valadares, além das diretoras. Odmar Braga também autografará seu livro Lembranças.





Serviço:

Lançamento do documentário Estrela Oculta do Sertão, de Elaine Eiger e Luize Valente 

Data: 1º/05/2005

Local: A Hebraica - Teatro Arthur Rubinstein (R. Hungria, 1000)

Horário: 18h30

Entrada gratuita

Serviço de Valet no local

Informações pelo telefone 3818-8888


Informações para a imprensa:

SPMJ Comunicação

F: 11 3289-2699

Sérgio Poroger - spmj@spmj.com.br

HINO C95 - VIDA SANTA (HINÁRIO DA EDITORA ARVORE DA VIDA)


FILME PRINCIPE DO EGITO - CLIP MILAGRES SÃO REAIS


CLIP DA PASCOA CRISTÃ - CRIANÇAS


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

CURSO BIBLICO - "A SALVAÇÃO COMPLETA DE DEUS".


CURSO BÍBLICO

"A SALVAÇÃO COMPLETA DE DEUS" 




PRIMEIRA AULA:
 
 



"A BÍBLIA, O HOMEM TRIPARTIDO E O PLANO ETERNO DE DEUS."


I. Em relação a Bíblia:

A. O que é a Bíblia?

                                 1. É a Palavra de Deus: Hb ll:3:2Pel:21

                                 2. É a revelação de Deus. l Pe 1:10-12

                                 3. É o sopro de Deus:2Tm3:16

                                 4. É Espirito e Vida: Jo 6:63



B. Qual é a conteúdo da Bíblia?


 l. O Antigo Testamento:

             a) O Pentateuco: 5 livros (de Génesis a Deuteronôrmo).

             b) Os livros históricos: 12 livros (de Josué a Ester).

             c) Os Salmos ou livros poéticos: 5 livros (Jó, SI, Pv, Ec Ct).

             d) Os livros dos profetas:

· Profetas maiores: 5 livros (Is, Jr, Lm, Ez a Dn)

· Profetas menores: 12 livros (de Os,Mi)



2. O Novo Testamento:

               a) Os evangelhos: 4 livros (Mt, Mc, Lc e Jo)

               b) Os atos dos apóstolos; l livro (At)

               c) As epistolas; 21 livros (de Rm a Jd)

              d) O livro de profecia: l livro (Ap)



C. Qual é a revelação da Bíblia ?

         1. A pessoa de Deus: Deus é Triúno.

         2. O plano de Deus: Deus deseja produzir um Corpo para Si, a Igreja, a fim de expressá-lo e representá-lo diante de toda a Sua criação e por toda a eternidade, na Nova Jerusalém.

         3. O desenvolvimento do plano de Deus: Deus planejou e criou. Satanás enganou e danificou, o homem caiu e se perdeu. Cristo redimiu e edificou.



D. Quais são as funções da Bíblia?

               1. Testificar acerca de Jesus Cristo: Jo 5:39;

               2. Tomar o homem Sábio para a salvação: 2Tm 3:15;

              3. Regenerar o homem, semeando a vida divina: IPe 1:23;

              4. Ser o alimento espiritual dos Cristãos (leite e pão):

IPe 2:2: ÍCo 3:1-2; Mt 4:4;

            5. Completar a salvação, tomando o homem perfeito para o ensino, repreensão, correção e educação: Rm 15:4; 1Co 10:11; 2Tm 3:16-17;

            6. Dar sabedoria e revelação: SI 119:130;



E. Como devemos usar a Bíblia?
          1. Recebendo-a com o espírito, orando e lendo: Ef 6:17-18.

          2. Com entendimento (treinando a mente posta no espirito): Lc 24:45; Rm 8:6;

          3. Com sabedoria (Examinando o contexto): Ct 3:16: Ef 1:17;

          4. Meditando a todo o tempo: SI 1:1-3: Fp 4:8-9;

          5. De forma frequente e diária, sendo sequencial, estabelece-se um habito saudável: 1Tm 4:12-13;



II. Em relação ao homem tripartido:



A. Quantas partes tem o homem: l Ts 5:23, Hb 4:12.

1. O corpo: l Co 6:17-20;

         a) Serve para contatar o mundo físico.

         b) Relacionado a vida biológica (soma).



2. A alma: SI 42:2; Is 17:18; Jó 12:10;

        a) Serve para contatar o mundo psicológico.

        b) Relacionada a vida psicológica (psique).



3. O espírito: Jó 32:8; Zc 12:1; Pv 20:27;

       a) Serve para contatar o mundo espiritual.

       b) Relacionado a vida divina (zoe).

B. Quais são as funções da alma e do espirito:

1. As partes e as funções da alma:

         a) A mente para conhecer a Deus e o Seu Plano: SI 139:14; Pv 2:10;

         b) A emoção para amar a Deus e a Sua Palavra: SI 42:1; 119:81; Is 61:10;

         c) A vontade para escolher a Deus: 1Cr 22:19; Jó 7:15a.



2. As partes e as funções do espírito humano:

          a) A consciência serve para distinguir o certo do errado, e condenar ou justificar:

Rm 9:1; Ico 4:4:5:3;

          b) A comunhão serve para contatar, adorar e servir a Deus:

1Co 6:17; Lc 1:47; Jo 4:24; Rm 1:9;

          c) A intuição serve para se obter um pre-sentimento ou um pre-conhecimento direto de Deus:

Mc 2:8; 1co 2:ll.



C. O que é o coração e quais são as suas funções?

           1. Constituído pelas três partes da alma e mais uma parte do espírito humano, a consciência.

Rm 2:15; Hb 4:12; Jo 16:22;

           2. As funções do coração:

                              a) Amar: Mc 12:30; Mt 5:43;

                             b) Crer em Deus e em Sua Palavra: Rm 10:9-10.



D. A aplicação:

            1. Devemos cuidar, e tambem glorificar a Deus com o nosso corpo: ICo 6:17-20;

            2. Devemos ser renovados e transformados em nossa alma:

Rm 12:1-2; 2Co 3:15;

            3. Devemos exercitar, o viver e andar pelo Espirito:

Rm 12:11; l Tm 4:7-8; Gl 5:16: 25;

           4. Devemos voltar o coração para o Senhor para purificá-lo:

2Co 3:16: Mt 5:8; 2Tm 2:22;



III Em relação ao plano de Deus:

A. Deus criou os céus e a terra: Zc 12:1; Rm 1:20; SI 19:1-4.

                   1. Para o homem.

                   2. Para manifestar Seu poder e atributos.



B. Por que Deus criou o homem: Gn 1:26-28.

                1. Para expressa-lo e ser tal como Sua Imagem e Semelhança.

                2. Para exercer Sua Autoridade representativa e dominar sobre toda a terra.





C. Qual é a meta do plano de Deus:Gn 2:15-24; Ef 5:31-32; Jo 1:1-4, 14:17:21-23; Ap 21:1-2; 22:14,17.

                    1. Produzir complemento que Lhe corresponda em vida e natureza: Corpo de Cristo.

                    2. Dispensar toda a sua riqueza para dentro do Seu complemento, a fim de tornar-se uma unidade por toda eternidade: A Nova Jerusalém.

                    3. Deus tornou-Se homem para que o homem se torne um com Deus, em Sua Deidade.



D. Quais são os principais aspectos do plano de Deus:

                   1. A criação de Deus: Gn l: l;

                   2. A rebelião de Satanás: Gn 1:2; Is 14:12-15; Ez 28:11-19; Ap 12:4;

                  3. A restauração da criação original de Deus: Gn 1:3-25;

                 4. A queda do homem: Gn 1:26-31;

                 5. A queda do homem. Gn 3:1-7; 4:1-16; 6:1-7; 11:1-9;

                 6. A redenção de Cristo: Jo 1:14, 29; l Co 15:3, 20-28:1 Pe l:la-19;

                  7. A aplicação do Espirito: l Co 15:45; Jo 7:37-39; 14:16-17,25-28; 15:26; 16:13-15;

                 8. A edificação da Igreja como “Corpo de Cristo”: Mt 16:18; Ef4:ll-13;

                 9. As Bodas do Cordeiro (Mt 22) para “O Reino Milenar” com prémios aos vencedores e disciplina aos derrotados: 2Co 5:10; 1Co 3:10-15; Ap 20:4-6;

              10. A consumação final do “Plano do Deus”: “A Nova Jerusalém”: Ap21:l-2; 22:17.





SEGUNDA AULA:

 "A QUEDA DO HOMEM"


I. Como foi a primeira queda do homem e qual foi a estratégia de Satanás para enganá-lo? Gn 3:1-7; Rm 7:17-18a, 21, 23; Ef 2:1, 12; 4:18.


A. Satanás, o adversário de Deus: Mt 13:28a ; Jó l :6;

B. Escondeu-se na sutil serpente: Gn 3: 1a; Mt 16:23: 2Co 11:3; Ap 12:9a;

 C. Antecipou-se a Deus para contatar o homem: Jo l l :6.21.32;

 D. Aproximou-se da mulher tocando-a na mente: Gn 3: l b;

 E. Fez com que o homem duvidasse da Palavra de Deus: Gn 3:4;

 F. Seduziu a vontade, manipulou a escolha: Gn 3:6;

G. Contaminou inteiramente a alma humana;

H. Contaminou o corpo do homem para ser “o mal que habita na carne do homem”: M 7:17-18a, 21, 23;

I. Capturou o homem por intermedio da mulher: Gn 3:6b; 1Tm 2:14;

J. Alienanou o homem de Deus por meio do amortecer do espírito: Ef 2:1-12; 4:18;

K. Usurpou o homem frustrando-o no cumprimento do propósito Eterno: Rm 7:21.



II. Qual é o real significado da queda do homem e quais foram as suas conseqiiências?


A.Transgredir: o mandamento de Deus: Rm 5:14b; Gn 2:8-9. 17:3:1-7;

B.Cair: sob a condenação de Deus: Rm 5:16b;

C.Levar: o homem para longe de Deus (alheio, alienado): Gn 3:8: Ef4:18;

D.Frustrar: o homem de cumprir o propósito de Deus: Gn l :26;

            1. Expressado Deus como Sua imagem;

            2. Representando Deus como Seu domínio;

E. Receber: o pensamento mal de Satanás, seu sentimento e sua vontade para dentro das partes interiores de sua alma: Gn 3:1-6;

F.Tornar: a arvore do conhecimento membro do corpo do homem: Gn 3:6;

       1. O Corpo do homem sendo transmutado em carne: Rm 7:18a;

      2. Satanás torna-se pecado dentro do homem: Rm 7:14b, 17, 20;

      3. O Pecado agindo como o mal dentro do homem: Rm 7:21;


C.Amortecer: o espírito humano: Ef2:1.5a;


H.Pemitir: que o pecado entre: Rm 5:12a;



I.Fazer:o homem vítima da morte: Rm5:12b. 14a; 1Co 15:22a;



III. Qual é a relação da queda do homem com a árvore do conhecimento do bem e do mal e a sua aplicação hoje?

A. A primeira queda relacionada ao lado mal: Gn 3:1-19;

   1. A desobediência do homem;

   2. A fuga do homem;

   3. Consequências:

        a) Sobre a terra: as dificuldades do clima e do solo.

        b) Sobre o homem: necessidade de esforçar-se para sobreviver.

        c) Sobre a mulher: sofrimento para preservar a vida.

   4. A expulsão do Jardim do Éden.



B. A segunda queda relacionada ao lado bom: Gn 4:1-26;

       1. O serviço a Deus fora da Sua vontade, originando: a religião do homem.

      2. A vida fora da presença de Deus, originando: o mundo (a subsistência, o prazer e a
segurança).



C. A terceira queda com a fornicação (anjos caídos), o lado mal: Gn 6:1-8;

       1. A contaminação da raça humana;

       2. A violência e o sexo;

       3. O dilúvio e a humanidade corrompida.



D. A quarta queda com a cidade e a torre de Babel: Gn 11:1-9;

       1. Uma rebelião corporativa;

       2. A rejeição ao do Senhor.



IV. Qual é a situação da humanidade em relação a Deus: Rm 1:18 - 3:20;



A. A humanidade em geral está condenada: Rm l: 18-32;



B. Os que se justificam a si mesmos em particular estão condenados: Rm 2:1-16;



C. Os religiosos em particular: Rm 2:17-3:8;



D. Todo o mundo em geral: Rm 3:9-20;



TERCEIRA AULA:

“A REDENCÃO DE CRISTO”


I. Quais os principais problemas do homem?




A. O problema objetivo:

1. Debaixo da condenação de Deus: Rm 5:18a;

2. Debaixo da ira de Deus: Jo 3:36b;

3. Esperando julgamento de Deus: Hb 9:27; Ml 25:41. Ap 2l:8; 22:15.



B. O problema subjetivo:

1.Mortos no espírito: Ef'2:l;

2.Alma arruinada: Ef4:17-18a; 2Tm 3:2-4. Ef2:2b;

3.Corpo corrompido: Rm 7: 17-l8a; 6:6b; 7:24; Jo 8:44 ;Ef 2:2b.

4. Influência do pecado: Rm 8: l 7a. 20; 723: Ap 1:5;

5. Debaixo da acusação de Satanás. Ap 12: l0.



II. Qual é a fonle da salvação de Deus?

1. O amor misericórdioso de Deus para com o homem:

Ef 2:4-5: Tl 34-7; Jo 3:16: 1Jo 4:10; Rm 5:8; 1Jo3:1;

2. O amor Eterno de Deus: Lc 15; 1Jo 3:1;

3. A desesperança do homem: Ef 2:12.



III. Qual é a base da salvação de Deus?

A. Justiça. Que o homem condenado cumpra os requisitos de Deus: 2Pe 1:1; Rm 8:3.



IV. O que é a redenção do homem?

       A. Promessa por intermédio dos profetas nas sagradas escrituras:  Gn 3:16; 22:18; Is 7; 14; 9:6; 52:14; 53:2; 61:1. 42:1; Mq 5:2; Gn 9:24-20; Zc 12:10;SI 34:20; J n 1:2, 17: 3:2-10;

       B. Correspondencia a pessoa de Jesus Cristo, o Homem Perfeito, Deus: 2Tm 2:5; Cl 1:19; 2:9;

       C. Redenção completa nos três estágios (espírito, alma e corpo):1Ts 5:23: 2Co l: 10; Ef 2:1-5; 1Pe 1:9; 22; l Co 15:60-54.





V. Como a redenção foi cumprida?



A. Mediante encarnação:Jol:14;


l. De acordo com a profecia:

        a) Semente da mulher. Gn 3:15; Is 7:14: Ml 1:23

        b) Semente de Abraão: Gn 22:18; Ml l: l b. 2 Gl 3:8-14

        c) Semente de Davi: Ml Ela; Rm l :3. 2Sm 7:13

        d) Rebento de Jessé, o pai de Davi: Is 11: l .2

        e) Homem: Gn 18. 32 ; Js 5; J/ 13

        f) Filho do homem:Sl 80:15-17: l 10:1; Dn 7:13-14;



2. No cumprimento da “oikonimia” de Deus:

         a) Corpo torna-se carne: Jo 1:1. 14; Cumprimento, Cristo: ITm3:l6;Ml 16:16;

        b) Participando da velha criação: Rm 6:6; Cl 1:15b, 22;

        c) Tomando a semelhança de carne pecaminosa, mas sem o pecado: Hb 2:14: Jo 3:14: Rm 8:3;

       d) Tomando parte no mundo: Jo 12:3 l;
       
       f) Introduzindo o Reino de Deus, a eternidade no tempo finito;

       g) Trazendo a Divindade para dentro da humanidade;

        h) Mesclando, a natureza humana a Divina.



B. Mediante o viver humano: Rm 5:15.17.19

      l. Viver em a obediência a Deus: Rm 5; Fp 2:8: Jo 6:38;

      2. Viver por meio do princípio de “morte e ressurreição” Rm 5: l9; Fp 2:8; Jo 7:6,8;

      3. Viver diante de Deus: Rm 5:18;

      4. Redenção Rm 3:23-24: lPe 3:18.



C. Mediante a crucificação. Mt 27:45-56; Jo 19:28-30



VI. Qual é o resultado da redenção pelo sangue?Rm 3:24-25: l Pe 2:24



1. Tratar o pecado: 2Co 5:21;

2. Tratar com os pecados: 1Pe2 ; lCo15;

3. Tratar com o velho homem: Rm 6; Gl 2:20; 5:24;

4. Tratar com a carne: Gl 5:24;

5. Tratar com satanás: Jo 3:14; Hb 2:14;

7. Tratar com a morte: Rm 6:5-1 l;

8. Terminar com a velha criação: 2Co 6:17;

9. Limpar o universo de todas as coisas negativas;
10. Liberar a “Vida Divina”: Jo 19:34: Hb 9:12;



VII. Quais são os aspectos da redenção judicial?



A. Reação do homem com relação a obra redentora do Deus Triúno:Rm 2:4;

       1. Confissão de pecados: 1Jo 1:5: Ml 4:16;

       2. Arrependimento: Mt 3:2: 4:17. Cl 3:1;

       3. Crer: l Pe 1:2.



B. A obra redentora do Deus Triuno:

l. O perdão dos pecados pelo sangue precioso de Cristo (Perdoado):

Ef l :7: Hb 9:22: Rm 5:12: Rm 6.2

2 A lavagem do registro dos pecados pelo Espirito Santo (Lavado):

Ap l :5b: l Co 6: 11: Cl 2: 13-14

3. A reconciliação com Deus (Reconciliado):

Rm 5:1, Ida; Cl 1:20-22



C. O resultado da reação a obra redentora do Deus Triuno:

1. Justificação posicional: Rm 4.1-5: lCoo:l I: Rm 3:20-24

2. Santificação posicional: 1Co 6:11: Cl 1:22; Mt 23:17: l Co 1:2: Hb 10:10. 14.29b: 13:I2.a



QUARTA AULA: 


“A APLICAÇÃO DO ESPIRITO”

I. Deus desenvolve Sua salvação completa em nós.

A.   "A salvação de Deus desenvolve-se em três estágios no homem tripartido":


1.Regeneração do espirito - Jo 3:6; Rm 3:24-26

       a) Baseada na redenção judicial cumprida por Cristo e recebida no homem por meio do
confessar e arrepender-se crendo.

      b) Aplicada no homem em seu ser, perdoado e lavado no registro de pecado.

      c) Reconciliado e santificado agora justificado com Deus.



2.Transformação da alma - Rm5;2Co3:18; Fp2; Ef4;

        a) Ocorre com o dispensar da “Vida Divina” no homem redimido e regenerado.

        b) Desenvolve-se no contínuo negar de sí mesmo, de vida da alma, e no viver em Espirito.

        c) Livrando-nos do poder do pecado que está no mundo e na carne, no ego, e na vida da alma, no individualismo, e em todas as coisas negativas que sejam plenamente amadurecidas
sem a vida divina.

         d) No trabalhar da fé objetiva dentro da nossa fé subjetiva.

         e) Em toda a nossa vida cristã.

          f) De maneira gradativa, por altos e baixos, mediante redenção ativa e co-respon sável.

         g) Comparando-se a um processo metabólico onde as novas células se formam.
desenvolvem e substituem as antigas, no principio do “remove o primeiro e estabelece o segundo”.

         h) Nas fases de um processo orgânico, simultaneamente em estágios de sua apresentação sequencial e didática.



3.Glorificação do corpo- ICo 15:50-54. Rm 8:18-21;

        a) Consumação da Salvação de Deus.

        b) Ocorrendo na segunda vinda de Cristo.

        c) Redimindo o Corpo de Cristo do cativeiro da corrupção na velha criação, para uma liberdade da Gloria, Filhos de Deus.



B. Procedimentos para cumprimento para poder o homem ser conduzido plenamente a Glória de Deus.



l.  A obra do Filho do Homem em sua encarnação. (O_trabalhar_ do_ Deus_ Filho) - Jo 1:14;

a) Introduzir: Deus no homem.

b) Unir e mesclar: Deus Triúno ao homem tripartido.

c) Expressar: Humanidade em ricos atributos de virtude.

d) Realizar: Redenção Judicial todo-inclusiva.

2.  A obra do Filho de Deus como o Espirito - At 13:33; ICo 15:45; I Pé l S;Rm8.20-39

a) Conectar: “O Filho Unigênito aos filhos Primogênitos”.

b) Tornar-se: “Em O Espírito que dá Vida”, “Pequeno”.

c) Gerar: “Membros por Convite” (Mt22).

d) Promover :“Salvação Orgânica por enxerto”.

3. A obra do Filho de Deus com O Espírito Intensificado sete vezes - Ap 5:6; l 9: 12; Zc 3-9; 4:10;

a) Olhos como tochas de fogo para julgar.

b) Olhos como de Cordeiro para suprir vida aos vencedores em meio a degradação da Igreja.

c) Consumação da Nova Jerusalém que desce do Céu.



II. Uma vez redimidos pela morte de Cristo, O Espirito aplica a salvação:



A.Tudo que Cristo realizou está consumado. O Espírito da verdade, da Realidade:  Jo 7:37-39; 14:16-18,24-25; 15:26; 16:13-15.



B. Quando experimentamos “O Espirito da Realidade”, o conteúdo da salvação de Deus nos é aplicado mediante processo de vida, que finaliza ao tocarmos na Realidade de Deus, ou seja, transmitida e glorificada:



1. A base da salvação é orgânica: Regeneração, Reconciliação em vida e Presença de Deus: Jo 3: 1-6: Rm 5:9-11; 2Co5:17-20;



2. O desenvolvimento da salvação orgânica é pela justificação em santidade e em renovação.



– Jo 10:10; 2Pe 1:4; Sl 45:13-14; IPe 1:6-7; Ap l:7-8; IPe 1:15-16; Rm 12.2; 2Co 3:18.



3. A resultante da salvação orgânica é a conformação em Cristo em nós, pela Sua imagem e semelhança, até Cristo ser formado em nós. (Purificação da prata, Crizol) Rm 3:29-30; 31-39; Gl 4:19;



4. Vida prática no desenvolvimento da salvação é crescer em Vida_Divina pelo invocar,
pelo ouvir e pelo orar conforme a Palavra de Deus. Meditar, falar e cantar hinos profetizando: Fp 2:12-16.

a) Negar a sí mesmo: Mt 16:2 1-25;

b) Viver no Espírito: l Co 12:3; Rm 10:13; Ef 5:18; 6: l 7-18; Lv ll;Ct 1:7; 1Co 14:31;



III. A experiência



A. Deus buscando os pecadores perdidos:



1. O Filho vem buscar os “pecadores perdidos” de maneira objetiva, como um pastor que busca ovelhas perdidas. Lc 15:4.

2. Em seguida, O Espirito, vem ensinar os “pecadores perdidos” a Palavra iluminadora que está dentro de seus corações, de modo subjetivo, como uma mulher que ascende uma candêia para encontrar a moeda perdida, valores de dentro. Lc 15:8



3. Esta é a santificação inicial que O Espírito Santo de Deus realiza, separando o “pecador perdido” dos demais, a fim de conduzi-lo ao arrependimento 1Pe 1.2.



B. “O Espirito da Realidade” santifica os “pecadores perdidos” e os conduz ao arrependimento por meio de convencimento - Jo 16:8-1 l



l. Do pecado, que procede do Edém.

2 Da justiça, que procede da Cruz.

3. Do juízo, que pertence a Deus.



C. Ao experimentar a “Redenção Judicial” pelo Sangue de Jesus, os pecadores são redimidos, ou seja, perdoados, e lavados, reconciliados, e justificados, santificados dando uma base legal para que Deus dispense Sua Vida Divina, regenerando e fornamdo um “Nova Criação”.2Co 5:17.



IV. Resultado de recebermos a Cristo:



A. Vida Eterna - Jo 3:15-16: 1 Jo 5:11-13.



B. Filiação com Deus - Jo 1:12-13

1. Por receber o Espírito da filiação - Gl 4:5-6: Rm 8.15.

2. O espírito do homem testifica com o Espírito de Deus sendo reconhecido. (nascido de - Rm 8:16), Nas.ção.

3. Devemos crescer para sermos guiados pelo Espírito de Deus (do grego huyos, filho
maduro) - Rm 8:14.



C. Nos tornamos primícias de uma “Nova criação” - 2Co 5: l 7.



D. Obtemos “Viva Esperança” - 1Pe 1:34.



E. Passamos a “Beber do Espirito vivificante” - l Co 12:13.

                l O Senhor é o Manancial que dá a vida e a Vida Eterna. Jo 4:10. 7.37.

                2. Seu Espirito flui como um Rio de água viva do “Trono de Deus” – Ap 22:1. 17: 21:6.

                3. Nos tornamos então, fontes de àguas vivas a jorrar por toda a vida - Jo 4:14.



F. Devemos aprender a viver, adorar e servir a Deus por meio de nosso espirito regenerado, mesclado com o Espírito de Deus em um só Espírito - Jo 4:24. l Co 6: l 7;Rm l:9.



G. Nós nos tornamos parte da “Noiva Judia de Cristo”, para que se aumente O Seu Governo e venha a “Paz Sem Fim” Jo 3:3-6: 29-30.



V. Características dos nascidos de Cristo?



A. Amam.

B. Vencem o mundo.

C Santos.

D. Guardiões da Palavra de Deus.



QUINTA AULA: 


"O VIVER DO CRISTÃO E A REUNIÃO FAMILIAR".



I. O que é a igreja?

A. Assembléia dos que foram chamados - Mt 16:28;

B. Corpo de Cristo - Ef l :22-23;

C. Complemento, Costela de Cristo - Ef 5:25;

D. Casa de Deus - 1Tm 3:15;

E. Novo Homem - Cl 3:10-1 l: Ef 2:1:4-15;

F. Invocadores do Nome do Senhor l Co l :2;



Aspectos:

1. O aspecto universal, global -Mt 16:18.

2. O aspecto local, municipal -Ml l8: 17.

Designação:

1. Nenhum nome especial.

2. Ela pode ser referenciada pelo nome de sua localidade.

At 8:1: 13:1: Ap 1:4. 11.



A experiência de vida em três aspectos:

1.vida de reuniões,

2.vida familiar,

3.vida social.



II. Vida de reuniões:

A. Determinação de Deus;

B. Requisito para vida espiritual;

C. Importância;

D. Diferentes tipos:

1.Reunião do “Partir do Pão”;

2. Reunião de Oração;

3.Reunião de Louvor;

4.Reunião para ler e ouvir mensagens, Estudo;



III. Vida Familiar:

A. Corresponde a aplicação da Palavra de Deus no relacionamento entre os cônjuges, pais e filhos;

B. Tem como meta o crescimento espiritual e o aperfeiçoamento de dons e talentos para salvação de toda a família:



l. Unidade e salvação de Deus - Lc 19:9: At l6:30-31.



2. Salvação de famílias:

a) Casa de Noê - Gn 7:1.13.

b) Casas dos israelitas - E\ 12: "M.

c) Casa da prostituta Raabe - Js 2:12-13: 6:24-25



3.Casos de salvação familiar:

a) Casa de Zaqueu. O cobrador de impostos -l c 19:5-9.

b) Casa de Cornélio -AT 11.13-14; 10:24. 44. 48.

c) Casa de Lídia - Al 16:14-15.

d) Casa do carcereiro de Filipos. At 16:32-33.

c) Outros casos - Jo 4:46. 53: At 18:8; l Co 1: 16.



4. Resultado da salvação - Js 24:15.



IV. Vida Social:



A. Correspondende a aplicação da Palavra de Deus no relacionamento com o seu ambiente social, escolar, profissional, habitacional, etc - Ef 4:17 -5:14; 6:5-9 Cl 3:12-17. 22-25; l Ts 5:12-22.



B.Tem como meta o cumprimento do propósito de Deus, mediante o crescimento em vida e adequação a visão espiritual de Cristo, em suas experiências em seu relacionamento com mundo:

l.Fazendo discípulos, batizando e ensinando. - Ml 28:18-20.

2.Vigiando e orando - Lc 2 l :29-36.

3.Sustentando os conservos. - Ml 24:45-51.

4.Advertindo e ensinando-os - Cl l:24-29.

5.Pregando a Palavra de Deus a tempo e fora do tempo - 2 Tm 4. l -5.

6.Esperando e apressando a Vinda do Dia de Deus -2Pe 3:8-13. 14-18.



V. Reunião Familiar:



A. É o cuidado mútuo proporcionado pelo relacionamento estabelecido.

B. É o instrumento pelo qual se é cuidado e aperfeiçoado de maneira orgânica e pessoal e permanente.

C. É a esfera e o ambiente facilitador da comunhão e do ensinamento onde os membros do podem receber o adequado suprimento de vida bem como poderem ser estimulados a funcionar de modo todos se tornem ativos.



VI. Importância:



Segundo o livro de Atos o funcionamento de pequenos grupos se deu inicio com o testemunho da igreja estabelecido em uma cidade - At 16: 15. 40. 34. Seus integrantes como membros do Corpo de Cristo em suas necessidades básicas, permitindo que todos os membros funcionassem - M t 25:14-18, 24, 27.

Estimulando e desenvolvendo a habilidade de profetizar e cooperando para que a comunidade fosse edificada mediante o falar. 1Co 12:1-3, 15-16,21; 14:1-3.31.

Facilitando a expansão da vida divina em torno da Reunião Familiar, onde os parentes, os amigos, os vizinhos e os colegas de trabalho, escola, etc, pudessem ser alcançados - At 10:24.

Permitindo assim, que as funções dos santos fossem exercitadas com vistas a edificação do Corpo de Cristo Ef 4:11-12; 15-16; At 2:42. 46; Jo 21:15-17;

1.Visitar e apascentar, cuidar e aperfeiçoar.

2.Reunir e ter comunhão, ensinar.

3.Exercitar “O Amor Fraternal” , “O genuíno viver da igreja mediante a cooperação em tarefas domésticas, trabalhos, serviços e refeições”.

4. Promover a Palavra atual e os encargos do mover do Senhor. Colportagem, palestras, ofertas, pregação do evangelho, conferências, hospedagem etc.

5. Abrir novos contatos visando a expansão do Reino.

6. Recuperar irmãos que estão enfraquecidos.



VII. Reuniões Familiares:



A.Natureza Familiar.



B.Não possui começo nem fim.



C.Transcorre de modo espontâneo, vivo e no espírito, sem se importar com regras fixas.



D.Não há um dirigente, nem dever de ser direcíonado para uma determinada pessoa ou convidada.



E.Os hinos não devem ser apenas cantados, mas também falados. Bem como as estrofes serem desfrutadas em sequência diversificada, de acordo com o sentimento do Espirito Santo de Deus- Ef5:I8. 19



F.Evitar ataques a grupos de qualquer natureza, livre de críticas e palavras negativas, mas enfocar pontos positivos da Palavra de Deus e exercitar o “Espírito de Sabedoria” -Ef 1:17; Cl 4:5-6





Observações Úteis



Quanto a leitura da Bíblia e de livros:



1.Usar sempre O Espírito.

2.Aproveitar para Orar.

3.Ao final de um tópico ou mesmo de uma frase, pode-se falar sobre algum sentimento, experiência, ou sobre a luz obtida na leitura.

4.Ao final da leitura deve-se buscar a aplicação prática no encargo da Palavra transmitindo e considerando a necessidade dos participantes.

5.O material a ser utilizado deve estar disponível a todos os participantes igualmente.

6.Ajudar em amor pessoas que estão ao nosso lado, o próximo, estimulando-os a funcionar e com material.


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

O Espírito Santo na Formação e Vida da Igreja - Paracletologia



O Espírito Santo na Formação e Vida da Igreja




O AGIR DO ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO:



Jl 2.28,29 "E há de ser que, depois, derramarei o meu

Espírito sobre toda a carne,e vossos filhos e vossas filhas

profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos

jovens terão visões. E também sobre os servos e servas,

naqueles dias, derramarei o meu Espírito."



O Espírito Santo é a terceira pessoa do Deus Eterno, TriUno. Embora a plenitude do seu poder não tivesse sido revelada antes do ministério de Jesus e, posteriormente, no Pentecoste, há trechos do AT que se referem a Ele e à sua obra. Este estudo examina os ensinamentos do AT a respeito do Espírito Santo.



TERMO EMPREGADO. A palavra hebraica para “Espírito” é Ruah que, às vezes, é traduzida por “vento” e “sopro”. Sendo assim, as referências no AT ao sopro de Deus e ao vento da parte de Deus (e.g., Gn 2.7; Ez 37.9,10,14) também podem referir-se à obra do Espírito de Deus.



A OBRA DO ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO. 

A Bíblia descreve várias atividades do Espírito Santo no Antigo Testamento:



(1) O Espírito Santo desempenhou um papel ativo na criação. O segundo versículo da

Bíblia diz que “o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (Gn 1.2), preparando tudo para que a palavra criadora de Deus desse forma ao mundo. Tanto o Verbo de Deus (i.e., a segunda pessoa da Trindade) quanto o Espírito de Deus, foram agentes na criação (ver Jó 26.13; Sl 33.6; ver o estudo A CRIAÇÃO). O Espírito também é o autor da vida. Quando Deus criou Adão, foi indubitavelmente o seu Espírito quem soprou no homem o fôlego da vida (Gn 2.7; cf. Jó 27.3). O Espírito Santo continua a dar vida às criaturas de Deus (Jó 33.4; Sl 104.30).



(2) O Espírito estava ativo na comunicação da mensagem de Deus ao seu povo. Era o Espírito, por exemplo, quem instruía os israelitas no deserto (Ne 9.20). Quando os salmistas de Israel compunham seus cânticos, faziam-no mediante o Espírito do Senhor (2Sm 23.2; cf. At 1.16,20; Hb 3.7-11). Semelhantemente, os profetas eram inspirados pelo Espírito de Deus a declarar sua palavra ao povo (Nm 11.29; 1Sm 10.5,6,10; 2Cr 20.14; 24.19,20; Ne 9.30; Is 61.1-3; Mq 3.8; Zc 7.12; cf. 2Pe 1.20,21). Ezequiel
ensina que os falsos profetas “seguem o seu próprio espírito” ao invés de andarem segundo o Espírito de Deus (Ez 13.2,3). Era possível, entretanto, o Espírito de Deus vir sobre alguém que não tinha um relacionamento genuíno com Deus para levá-lo a entregar uma mensagem verdadeira ao povo (ver Nm 24.2 nota).



(3) A liderança do povo de Deus no AT era fortalecida pelo Espírito do Senhor. Moisés, por exemplo, estava em tão estreita harmonia com o Espírito de Deus que compartilhava dos próprios sentimentos de Deus; sofria quando Ele sofria, e ficava irado contra o pecado quando Ele se irava (ver Êx 33.11 nota; cf. Êx 32.19). Quando Moisés escolheu, em obediência à ordem do Senhor, setenta anciãos para ajudá-lo a liderar os israelitas, Deus tomou do Espírito que estava sobre Moisés, e o colocou sobre eles (Nm 11.16,17; ver 11.12 nota). Semelhantemente, quando Josué foi comissionado para que sucedesse Moisés como líder, Deus indicou que “o Espírito” (i.e., o Espírito Santo) estava nele (Nm 27.18 ver nota). O mesmo Espírito veio sobre Gideão (Jz 6.34), Davi (1Sm 16.13) e Zorobabel (Zc 4.6). Noutras palavras, no AT a maior qualificação para a liderança era a presença do Espírito de Deus.



(4) O Espírito de Deus também vinha sobre indivíduos a fim de equipá-los para serviços especiais. Um exemplo notável, no AT, era José, a quem fora outorgado o Espírito para capacitá-lo a agir de modo eficaz na casa de Faraó (Gn 41.38-40). Note, também,
Bezalel e Ooliabe, aos quais Deus concedeu a plenitude do seu Espírito para que fizessem o trabalho artístico necessário à construção do Tabernáculo, e também para ensinarem aos outros (ver Êx 31.1-11; 35.30-35). A plenitude do Espírito Santo, aqui,
não é exatamente a mesma coisa que o batismo no Espírito Santo no NT. No AT, o Espírito Santo vinha sobre uns poucos indivíduos selecionados para servirem a Deus de modo especial, e os revestia de poder (ver Êx 31.3 nota). O Espírito do Senhor veio sobre muitos dos juízes, tais como Otniel (Jz 3.9,10). Gideão (Jz 6.34), Jefté (Jz 11.29) e Sansão (Jz 14.5,6; 15.14-16). Estes exemplos revelam o princípio divino que ainda perdura: quando Deus opta por usar grandemente uma pessoa, o seu Espírito vem sobre ela.(5) Havia, ainda, uma consciência no AT de que o Espírito desejava guiar as pessoas no terreno da retidão. Davi dá testemunho disto em alguns dos seus salmos (Sl 51.10-13; 143.10). O povo de Deus, que seguia o seu próprio caminho ao invés de ouvir a voz de Deus, recusava-se a seguir o caminho do Espírito (ver Gn 16.2 nota). Os que deixam de viver pelo Espírito de Deus experimentam, inevitavelmente, alguma forma de castigo divino (ver Nm 14.29 nota; Dt 1.26 nota).(6) Note que, nos tempos do AT, o Espírito Santo vinha apenas sobre umas poucas pessoas, enchendo-as a fim de lhes dar poder para o serviço ou a profecia. Não houve nenhum derramamento geral do Espírito Santo sobre Israel. O derramamento do Espírito Santo de forma mais ampla (cf. 2.28,29; At 2.4,16-18) começou no grande dia de Pentecoste.



A PROMESSA DO PLENO PODER DO ESPÍRITO SANTO. 

O AT antegozava a era vindoura do Espírito, i.e., a era do NT:

(1) Em várias ocasiões, os profetas falaram a respeito do papel que o Espírito desempenharia na vida do Messias. Isaías, em especial, caracterizou o Rei vindouro, o Servo do Senhor, como uma pessoa sobre quem o Espírito de Deus repousaria de modo especial (ver Is 11.1-4; 42.1; 61.1-3). Quando Jesus leu as palavras de Isaías 61, em Nazaré, cidade onde morava, terminou dizendo: “Hoje, se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos” (Lc 4.21).



(2) Outras profecias do AT anteviam o período do derramamento geral do Espírito Santo sobre a totalidade do povo de Deus. Entre esses textos, o de maior destaque é 2.28,29, citado por Pedro no dia de Pentecoste (At 2.17,18). Mas a mesma mensagem também se acha em Is 32.15-17; 44.3-5; 59.20,21; Ez 11.19,20; 36.26,27; 37.14; 39.29. Deus prometeu que, quando a vida e o poder do seu Espírito viessem sobre o seu povo, os seus seriam capacitados a profetizar, ver visões, ter sonhos proféticos, viver uma vida em santidade e retidão, e a testemunhar com grande poder. Por conseguinte, os profetas do AT previram a era messiânica. E, a respeito dela, profetizaram que o derramamento e a plenitude do Espírito Santo viriam sobre toda a humanidade. E foi o que aconteceu no domingo do Pentecoste (dez dias depois de Jesus ter subido ao céu), com uma subseqüente gigantesca colheita de almas (cf. 2.28,32;At 2.41; 4.4; 13,44,48,49).





VIDA DE JESUS E O AGIR DO ESPÍRITO SANTO:



Lc 11.13: “Pois, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”Jesus tinha um relacionamento especial com o Espírito Santo, relacionamento este importante para nossa vida pessoal. Vejamos as lições práticas desse relacionamento.



AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO. 

Várias das profecias do AT sobre o futuro Messias afirmam claramente que Ele seria cheio do poder do Espírito Santo. Quando Jesus leu Is 61.1,2 na sinagoga de Nazaré, acrescentou: “Hoje, se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos” (4.18-21; ver Jo 3.34b).



O NASCIMENTO DE JESUS. 

Tanto Mateus quanto Lucas declaram de modo específico e inequívoco que Jesus veio a este mundo como resultado de um ato
milagroso de Deus. Foi concebido mediante o Espírito Santo e nasceu de uma virgem, Maria (Mt 1.18,23; Lc 1.27). Devido à sua concepção milagrosa, Jesus era um “santo” (1.35), i.e., livre de toda mácula do pecado. Por isto, Ele era digno de carregar sobre si
a culpa dos nossos pecados e expiá-los (ver Mt 1.23 nota). Sem um Salvador perfeito e sem pecado, não poderíamos jamais obter a redenção.
O BATISMO DE JESUS. 

Quando Jesus foi batizado por João Batista, Ele, que posteriormente batizaria seus discípulos no Espírito, no Pentecoste e durante toda a era da igreja (ver Lc 3.16; At 1.4,5; 2.33,38,39), Ele mesmo pessoalmente foi ungido pelo Espírito (Mt 3.16,17; Lc 3.21,22). O Espírito veio sobre Ele em forma de uma pomba,
dotando-o de grande poder para levar a efeito o seu ministério, inclusive a obra da redenção. Quando nosso Senhor foi para o deserto depois do seu batismo, estava “cheio do Espírito Santo” (4.1). Todos os que experimentarem o sobrenatural renascimento
espiritual pelo Espírito Santo, devem, como Jesus, experimentar o batismo no Espírito Santo, para lhes dar poder na sua vida e no seu trabalho (ver At 1.8 notas).



A TENTAÇÃO DE JESUS POR SATANÁS. 

Imediatamente após o batismo, Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, onde foi tentado pelo diabo durante quarenta dias
(4.1,2). Foi pelo fato de estar cheio do Espírito Santo (4.1) que Jesus conseguiu resistir firmemente a Satanás e vencer as tentações que lhe foram apresentadas. Da mesma maneira, a intenção de Deus é que nunca enfrentemos as forças espirituais do mal e do
pecado sem o poder do Espírito. Precisamos estar equipados com a sua plenitude e obedecer-lhe a fim de sermos vitoriosos contra Satanás. Um filho de Deus propriamente dito deve estar cheio do Espírito e viver pelo seu poder.



O MINISTÉRIO DE JESUS. 

Quando Jesus fez referência ao cumprimento da profecia de Isaías acerca do poder do Espírito Santo sobre Ele, usou também a mesma
passagem para sintetizar o conteúdo do seu ministério, a saber: pregação, cura e libertação (Is 61.1,2; Lc 4.16-19).

(1) O Espírito Santo ungiu Jesus e o capacitou para a sua missão. Jesus era Deus (Jo 1.1), mas Ele também era homem (1Tm 2.5). Como ser humano, Ele dependia da ajuda e do poder do Espírito Santo para cumprir as suas responsabilidades diante de Deus (cf. Mt 12.28; LC 4.1,14; Rm 8.11; Hb 9.14).



(2) Somente como homem ungido pelo Espírito, Jesus podia viver, servir e proclamar o evangelho (At 10.38). Nisto, Ele é um exemplo perfeito para o cristão; cada crente deve receber a plenitude do Espírito Santo.

A PROMESSA DE JESUS QUANTO AO ESPÍRITO SANTO. 

João Batista profetizara que Jesus batizaria seus seguidores no Espírito Santo (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16, ver nota; Jo 1.33), profecia esta que o próprio Jesus reiterou (At 1.5; 11.16). Em
11.13, Jesus prometeu que daria o Espírito Santo a todos quantos lhe pedissem (ver nota sobre aquele versículo). Todos estes versículos acima referem-se à plenitude do Espírito, que Cristo promete conceder àqueles que já são filhos do Pai celestial — promessa esta que foi inicialmente cumprida no Pentecoste (ver At 2.4 nota) e permanece para todos que são seus discípulos e que pedem o batismo no Espírito Santo (ver At 1.5; 2.39 nota).



A RESSURREIÇÃO DE JESUS. 

Mediante o poder do Espírito Santo, Jesus ressuscitou dentre os mortos e, assim, foi vindicado como o verdadeiro Messias e Filho
de Deus. Em Rm 1.3,4 lemos que, segundo o Espírito de santificação, Cristo Jesus foi declarado Filho de Deus, com poder, e em Rm 8.11 que “o Espírito... ressuscitou dos mortos a Jesus”. Assim como Jesus dependia do Espírito Santo para sua ressurreição dentre os mortos, assim também os crentes dependem do Espírito para a vida espiritual agora, e para a ressurreição corporal no porvir (Rm 8.10,11).



A ASCENSÃO DE JESUS AO CÉU. 

Depois da sua ressurreição, Jesus subiu ao céu e assentou-se à destra do Pai como seu co-regente (24.51; Mc 16.19; Ef 1.20-22;
4.8-10; 1Pe 3.21,22). Nessa posição exaltada, Ele, da parte do Pai, derramou o Espírito Santo sobre o seu povo no Pentecoste (At 2.33; cf. Jo 16.7-14), proclamando, assim, o seu senhorio como Rei, Sacerdote e Profeta. Esse derramamento do Espírito Santo no Pentecoste e no decurso desta era presente dá testemunho da contínua presença e autoridade do Salvador exaltado.



A COMUNHÃO ÍNTIMA ENTRE JESUS E SEU POVO. 

Como uma das suas missões atuais, o Espírito Santo toma aquilo que é de Cristo e o revela aos crentes (Jo 16.14,15). Isto quer dizer que os benefícios redentores da salvação em Cristo nos são mediados pelo Espírito Santo (cf. Rm 8.14-16; Gl 4.6). O mais importante é que Jesus está bem perto de nós (Jo 14.18). O Espírito nos torna conscientes da presença pessoal de Jesus, do seu amor, da sua bênção, ajuda, perdão, cura e tudo quanto é nosso mediante a fé. Semelhantemente, o Espírito atrai nosso coração para buscar ao Senhor com amor, oração, devoção e adoração (ver Jo 4.23,24; 16.14 nota).



A VOLTA DE JESUS PARA BUSCAR SEU POVO. 

Jesus prometeu voltar e levar para si o seu povo fiel, para estar com Ele para sempre. Esta é a bendita esperança de todos os crentes (Tt 2.13), o evento pelo qual oramos e ansiamos (2Tm 4.8). As Escrituras revelam que o Espírito Santo impulsiona nosso coração a clamar a Deus pela volta do nosso Senhor. É o Espírito quem testifica que nossa redenção permanece incompleta até a volta de Cristo (cf. Rm 8.23). No final da Bíblia, temos estas últimas palavras que o Espírito Santo inspirou “Ora, vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).





O PENTECOSTES E O INICIO DA IGREJA PRIMITIVA:



O nome desse festival vem da palavra grega para "quinquagézimo". Era celebrado no quinquagézmo dia depois da páscoa. Era uma festa da colheita que celebrava o fim da colheita da cevada e o início da colheita do trigo. No Velho Testamento esse festival chamado de Shavuot (Semanas), é chamado de As Festas das Semanas (Êxodo 34:22; Deuteronômio 16:10) por causa das sete semanas depois da páscoa. Também é chamado de festa de sega (Êxodo 23:16) e dia das primícias (Números 28:26).



A festa das semanas era um dos três festivais peregrinos do Velho Testamento aonde as pessoas teriam que aparecer diante do Senhor com presentes e ofertas (Êxodo 23:14-17). Tradicionalmente, a colheita de grãos se estendia da páscoa quando o primeiro grão era cortado (Deuteronômio 16:9), por volta de meados de abril, até o pentecostes que terminava nos meados de junho.



Todo ano o sacerdote acenava com um molho das primícias de sua sega diante do Senhor no dia depois do sábado durante a festa dos pães asmos (o período de sete dias que seguia a páscoa). O povo então contava cinquenta dias da oferta das primícias até o dia depois do sétimo sábado para ver a festa das semanas (Levíticos 23:11). Neste dia duas bisnagas de pão, feitas de dois décimos de um efa de farinha e assados com fermento, eram colocados diante do Senhor (23:17) e ofertas de livre arbítrio eram encorajadas (Deuteronômio 16:10). Essa festa da colheita era um tempo de grande alegria e de uma assembléia santa onde nenhum tipo de trabalho era permitido (Levitico 23:21; Deuteronômio 16:11). A observância da festa das semanas durante o tempo de Salomão (2 Crônicas 8:13) é a única referência no Velho Testamento fora do Pentateuco, pois Ezequiel não a menciona no seu calendário de festas futuras (Ezequiel 45:46). O pentecostes é mencionado pela primeira vez no Novo Testamento como sendo a ocasião do derramamento do Espírito de Deus sobre os discípulos de Cristo, um evento que muitos teólogos consideram como sendo o início da igreja (Atos 2:1). Como essa era uma festa obrigatória, os judeus vijavam grandes distâncias para se reunir para ver o pentecostes em Jerusalém, fazendo dessa uma grande oportunidade para Deus fazer grandes coisas. Em duas ocasiões Paulo considera a festa de pentecostes quando antecipava suas viagens. Em primeira instância ele escreve aos Coríntios sobre prorrogar sua visita a eles para depois de pentecostes (1 Coríntios 16:8), e mais tarde ele se mostra extremamente desejoso de chegar a tempo em Jerusalém para o pentecostes (Atos 20:16).





AVIVAMENTO E A IGREJA DE HOJE:



Ah, se rompesses os céus e descesses!
Os montes tremeriam diante de ti! - Isaias 61:1



"Vejam, eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim. E então, de repente, o Senhor que vocês buscam virá para o seu templo; o mensageiro da aliança, aquele que vocês desejam, virá", diz o Senhor dos Exércitos.

Mas quem suportará o dia da sua vinda? Quem ficará de pé quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão do lavandeiro. - Malaquias 3:1 e 2

"Avivamento é o Espírito Santo enchendo um corpo prestes a tornar-se um cadáver." - D M Panton

"Um avivamento espíritual sugere a idéia de que houve antes um declínio espiritual." - Charles Finney

Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia. - Habacuque 3:2 JFA

A palavra 'avivamento' (ou 'reavivamento', como está traduzida no Inglês) significa a entrada de nova vida em um corpo que já está morrendo. Quando a igreja de Cristo no mundo pára de ser o verdadeiro sal e luz da sociedade, quando não vemos mais as verdadeiras obras de Jesus em nosso meio, quando a igreja parece ter muita fumaça mas pouco fogo, está na hora de pedir por um novo avivamento dos Céus.

Avivamento é, simplesmente, aquele momento quando Deus se manifesta diretamente no meio dos homens; quando Ele 'rasga os Ceús e desce' (Isaías 64:1). Wesley Duewel, no seu livro "O Fogo de Reavivamento" descreve o avivamento assim:

A presença e o poder de Deus operam de forma tão poderosa e intensa durante o reavivamento, que Ele realiza mais em horas ou dias do que em anos de ministério fiel onde não há reavivamento... Durante o reavivamento, as pessoas se movem em direção a Cristo, pessoas que não podem ser movidas de qualquer outra forma. Muitas orações que não foram respondidas durante anos são gloriosamente respondidas. A atmosfera freqüentamente fica cheia do poder majestoso de Deus. Os cristãos reconhecem isso com a presença santa de Deus. Os pecadores têm uma percepção reverente da presença de Deus e de sua própria pecaminosidade.

Deus pode revelar a Sua presença de maneiras inesperadas. Ocorrências surpreendentes podem acompanhar Sua obra profunda na alma. Pode haver uma tal sensação da presença e do poder divino que alguns indivíduos tremem. Outros podem chorar diante de Deus; alguns caem ao chão por se sentirem fisicamente enfraquecidos. Outros podem sentir-se quase irresistivelmente atraídos a comparecer aos cultos de reavivamento ou a reunirem-se antes de algum culto ser anunciado.

O resultado do verdadeiro avivamento sempre tem um impacto na sociedade. Historiadores como William Lecky disseram que o avivamento liderado pelo John Wesley no século dezoito ajudou a Inglaterra evitar uma revolução sangrenta como aquela que assolou a França. Muitos avivamentos, como aqueles no país de Gales em 1905, Zaire em 1976 e Pensacola - Florida (EUA) em 1995, causaram uma diminuição perceptível nos índices de criminalidade nas suas comunidades. Outros avivamentos, como o Exército da Salvação liderado pelo William Booth no século 19, contribuiram com avanços sociais como a abolição do trabalho infantil e a prostituição infantil da Inglaterra, e inspiraram outros pioneiros como o Dr Thomas Barnado que trabalhou com as crianças de rua de Londres, resolvendo completamente o problema durante a sua vida.

O seguinte foi escrito por Frank Bartleman, no dia 16 de novembro de 1905, apenas cinco meses antes do avivamento da Rua Azusa começar em Los Angeles, Califôrnia (EUA):



“A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta. Será que nós nos jogaremos no seu grande seio, sendo conduzidos para gloriosa vitória? Um ano de vida neste momento, com suas maravilhosas possibilidades para Deus, vale mais que cem anos de vida normal. O Pentecostes está batendo às nossas portas. O avivamento para nosso país não é mais uma dúvida. Vagarosa, mas seguramente, a maré tem subido e, no futuro bem próximo, haverá um dilúvio de salvações que arrasará tudo antes de nós. O país de Gales não ficará sozinho neste triunfo glorioso para nosso Cristo. O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.

Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz". Irmão, irmã, se todos nós crermos em Deus, você entende o que aconteceria? Muitos de nós já não vivem para outro motivo. Um volume de oração de fé está subindo ao trono dia e noite. Los Angeles, o Sul da California, e o continente inteiro, certamente logo se acharão no meio de um poderoso avivamento pelo Espirito e pelo poder de Deus.

Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina? “

(Citado no livro 'The True Believers' por Larry E Martin)



PESSOAL:



Sabendo que o plano de Salvação vem desde antes da fundação do mundo, e que o Espírito do Senhor tem zelado para que se cumpra a Sua Palavra, homens de todos os tempos tem cooperado com Deus em Seu Propósito Eterno. Homens que se colocam na “brecha”, que se dispõem, que pagam o preço, e sobretudo amam a Deus sobre todas as coisas. O Espírito do Senhor procura esses homens e se expressa por meio deles, afim de que todo Aquele que Crê, tenha a Vida Incriada de Deus, a Vida Eterna, preenchida pelo Espírito do Senhor, o Espírito Sobremodo Excelente, O Espírito Santo de Deus.

Somente homens cheio do Espírito santo podem cooperar diretamente na obra, no mover da mão de Deus na face da terra. Tudo coopera, mas nem tudo edifica, por isso de devemos ver como estamos edificando, que materiais estamos usando. É desejo de Deus o avivamento nesse país, porem de mãos limpas, com materiais do próprio Deus, como o Ouro de sua Natureza Divina, a Prata Redentora da Obra Vicária e o Lapidar do Espírito Santo em nós, como pedras vivas e preciosas para Deus.

Possamos dar vazão ao potencial disponível em Cristo, sermos canais de bênçãos em todo época, apressando a volta do Senhor como diz em segunda a Pedro, pois de um lado encontramos a longanimidade para conosco, mas de outro lado encontramos a abreviação do tempo.





Bibliografia: Bíblia Eletrônica Pentecostal, e alguns sites.